quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Desfalecido em plena rua...

13 comentários:

AC disse...

Este bem poderia fazer parte de "Os meus ensaios".
Sempre insaciável na procura da melhor forma, Pedras!

Beijo :)

EDER RIBEIRO disse...

o que me chama a atenção é o rosto encoberto, dá mais importância à cena do que propriamente o desfalecido, ou seja, cegamos para as angústias dos outros. Bjos, Pedras.

Eva Gonçalves disse...

Interessante composição. Também acho que chama mais a atenção o rosto negro, supostamente que não Vê, deduzo... ou que o próprio não tem rosto... de qualquer maneira, incomoda, (porque somos obrigados aqui a ver..) :) Beijinhos

Petrus Monte Real disse...

... a desproporção física entre a vítima e os figurantes do cenário corresponde a uma desproporção entre os valores e as exigências da vida real?

Talvez.

Muito grato
Beijinho

Lilá(s) disse...

O cenário está bem montado!
Bjs

Simone MartinS2 disse...

Coitado, desfalecido, sozinho e jogado ao leu, ninguem o ve, sente ou ninguem finge ve-lo...abandonado a propria sorte! Bjin

Nilson Barcelli disse...

Tive que ampliar a foto para perceber... foi então que vi uma montagem interessante, em escalas diferentes.
Beijos.

Irene Alves disse...

A Indiferença?
Bj.

Isabel Maria Rosa Furtado Cabral Gomes da Costa disse...

Querida Pedrasnuas:
Há tantas formas de desfalecer na vida, continuando nela! E também tanto estamos cheios de vitalidade nesta vida, como no minuto seguinte já cá não estamos...
Um beijinho e bom fim de semana.

CR disse...

Excelente trabalho, Pedras, como só tu sabes fazer.
Bjo

Virgínia do Carmo disse...

Quanta criativdade nesta construção imagética!

Beijinho grande, L.:)

São disse...

o negro e branco dá sempre maior dramatismo, de facto.

Tudo de bom.

Isabel Maria Rosa Furtado Cabral Gomes da Costa disse...

Minha Querida:
Passei por aqui, e cá estava o pequeno desfalecido em plena rua. Voltei a olhar para ele e senti pena, pois ele já teve toda aquela vitalidade espelhada à esquerda. Ou talvez a continue a ter espiritualmente. O corpo é matéria que desaparece e nada vale afinal.
Um beijinho.