Quarto ciclo, Tudo prata Nua pele Brilho na’gua Córrego leva Tudo é caminho Eu no meio. Metade lua, Outra rio. Entrego-me. Que sou, Por onde vou. Deserto do medo Sou peixe. Agora livre. Multiplicado.
O desertor esconde-se num charco de sombras, invulnerável... Submerso na mudez do silêncio! Receia a luz e o olhar aberto ao mar.
Jamais saberá onde se respira um corpo... inteiro e nu, a sua mão ficará estática na caricia da anca, sua lingua obscura não terá o sabor do sol, onde o fogo acende as palavras de um poema!
11 comentários:
Maravilha este teu trabalho a p.b.
Parabéns.
Quarto ciclo,
Tudo prata
Nua pele
Brilho na’gua
Córrego leva
Tudo é caminho
Eu no meio.
Metade lua,
Outra rio.
Entrego-me.
Que sou,
Por onde vou.
Deserto do medo
Sou peixe.
Agora livre.
Multiplicado.
Para Béns!
Abraço.
O desertor esconde-se
num charco de sombras,
invulnerável...
Submerso na mudez
do silêncio!
Receia a luz e o olhar
aberto ao mar.
Jamais saberá
onde se respira
um corpo... inteiro e nu,
a sua mão
ficará estática
na caricia da anca,
sua lingua obscura
não terá o sabor do sol,
onde o fogo acende
as palavras de um poema!
Beijos...
Mais um magnífico trabalho!
Parabéns.
Excelente trabalho...
Beijinho.
Obrigada pela anuência ao que reflecti no "sussurrros"!
Gostei do que li por cá!Voltarei com mais tempo!
Beijinho terno!
Já fui...
Bjs
...E o que será melhor?
Fugir? Ou desertar?
Ou perder me apenas no mar?
Irei pensar...
Um beijo
MARIA CLARINDA, MANZAS,DINIZ,A.S.,CR,02,LUÍSA,CALADO,DESABAFOS
O DESERTOR É UM FUGITIVO,UM HOMEM QUE JÁ NÃO SUPORTA MAIS A DOR E O SOFRIMENTO...
EU COMPREENDO A SUA AFLIÇÃO ...
ABRAÇO DE SEMPRE
Um desertor em busca do seu porto de abrigo. Está fantástico.
Bom fim-de-semana!
Bjos
perfeito este teu trabalho como se de uma mancha de petróleo se tratasse, mas invadida pela luz
beijos
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